Set 25 2007, 17h51
Vivia o pobre do Camaleão escondendo-se árvore a árvore, por entre as mais diversas florestas fugindo da cruel perseguição se seus opositores, os darwinistas.O problema estava justamente na falta de comunicação. Por mudar sua cor por simples estado de espírito, a inquisição darwinista o caçava justificando que o pobre do Camaleão se utilizava de artes obscuras medievais, mas pelo contrário, o Camaleão era um darwinista mas nunca tinha tido chances de se declarar membro do partido radical emergente, pois discordava de certas cláusulas da política.O camaleão foi capturado finalmente, e quando o foram sacrificar, deram-lhe o direito a um único pedido. E assim foi feito:_"Caros amigos darwinistas, sou parte de vocês e sinto-me inojado. Meu único desejo é que, a partir dessa data, todos que aplaudirão minha morte assumam-se minimamente lamarquista, e que não tenham medo de assumir que a Natureza é nossa grande lei, e a ciência ainda está muito longe de desvendá-la, sendo assim, que a minha morte seja um marco anti preconceito, e o ínicio de uma era sem hipocrisia, pois se mudo minha cor, é porque tenho personalidade suficiente para assumir meus humores."Cortaram-lhe a cabeça, fizeram uma enorme festa de sacrifício, e no dia seguinte ninguém lembrava uma palavra que o Camaleão havia dito.
2 comentários:
É seu este camaleão lamarquista?
Desculpe, perguntei porque ache excepcionalmente bom!
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